Uma Carreira Promissora
Geologia continua sendo uma profissão em alta. São muitas as atividades nessa área. O campo de pesquisa, por exemplo, é imenso, vai do fundo do oceano às rochas da lua.
O mercado de trabalho é promissor e o piso salarial na região Norte, animador. Algo em torno de oito salários mínimos e meio, conforme a legislação, para quem está iniciando na carreira.
O potencial minerador do território paraense, somado à presença de grandes minas em funcionamento no estado e o surgimento de novos empreendimentos, são indícios de que o setor vai muito bem. Na Região Norte, o mercado tem absorvido praticamente a todos que procuram a área, anima se o presidente da Associação Profissional dos Geólogos da Amazônia.
Segundo informações do Sindicato dos Geólogos do Estado de São Paulo (Sigesp), estima-se que existam cerca de sete mil profissionais da área no Brasil. O número é considerado pequeno pela entidade, por se tratar de um País que precisa avançar nas pesquisas e levantamentos do território, entender sua ocupação e a melhor forma de utilizar e controlar os materiais e os fenômenos naturais.
Por ano na Amazônia, tanto na Universidade Federal do Pará (UFPA) como Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e na Fundação Universidade da Amazônia (FUA) são abertas vagas para o curso de Geologia nos seus processos seletivos. Tenho observado que a procura pelo curso é boa, uma vez que, pelo menos no caso da UFPA, todas as vagas são preenchidas.
Uma tendência do mercado nas grandes cidades é a criação de pequenas empresas de consultoria, que prestam serviços a firmas ou a entidades governamentais. Neste caso o geólogo precisa ter títulos acadêmicos, experiência e um bom currículo, esclarece Ichihara. Mas pode trabalhar também na construção civil, na análise do solo para determinar a capacidade do terreno de comportar peso, e em obras da engenharia, como metrô, pontes, túneis, ferrovias e barragens.
Fonte: site-redeuniversia.com
Enviado por: Carlos





Deixe seu comentario.