TV LED ou Plasma?

LED tem mais cor; plasma vale em tela grande.
A substituição das TVs de tubo por telas finas deu origem a uma espécie de rivalidade dos monitores. De um lado estava o plasma; de outro, ficou o LCD. Embora tenham mantido algumas de suas características, a distância entre uma tecnologia e outra parece estar menor. “O tipo de tela importa menos hoje em dia”, garante Carlos Eduardo Vieira, engenheiro da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

O plasma evolui e não apresenta mais problemas de manchas nas telas. As TVs de LCD ganharam o reforço do LED no sistema de iluminação e passaram a contar com cores melhores (sim, o aparelho de LED é uma televisão de LCD mais sofisticada).

Entre fabricantes e especialistas, porém, há um consenso de que o plasma ainda oferece a melhor imagem: as cores são mais naturais, os níveis de preto são melhores e não há rastros na imagem.

Custo – Benefício.

  • Além disso, o plasma, por ser uma tecnologia mais madura, oferece o melhor custo-benefício em telas grandes.
  • Tanto que não há modelos menores que 42 polegadas (e mesmo nessa categoria é difícil encontrar modelos).
  • Já o LED economiza mais energia e oferece cores mais brilhantes, o que é importante em ambientes mais claros.

LCD/LED.

  • Tela formada por milhares de pontos de cristal líquido, que se abrem para a luz passar.
  • Agrupados em trios, os cristais originam um pixel, formado pelas cores vermelho, verde e azul.
  • A combinação dos pontos gera as imagens lidas por um processador. Este envia comandos para cada cristal, controlando o brilho.
  • A malha de eletrodos energiza os pixels e mostra ao processador onde está cada um.

Plasma.

  • Resolução Full HD (1.920 x 1.080) formada por cerca de 2 milhões de pixels.
  • Cada pixel tem três subpixels, preenchidos por fósforo, pigmentos e gases como xenônio e neônio.
  • Os subpixels ficam em invólucros lacrados entre placas de vidro que, incitados pela corrente do processador de imagens, produzem gás violeta, o que permite às imagens serem visíveis ao olho humano.

Enviado e adaptado por: Luiza Barcelos.
Fonte: Jornal O Sul/09 Março/2014.

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