Dê um Basta aos Vícios que Desequilibram sua Vida

É fácil se livrar de hábitos que começam a fazer mal para a saúde física, mental e que, em alguns casos, ainda prejudicam a financeira? A resposta é “não, não é fácil”. Mas a mudança só depende de você. Confira algumas dicas da psicóloga Marcella Almeida.

Boa Mesa – Resistir a um pedaço de pizza ou a uma barrinha de chocolate é missão quase impossível para qualquer mortal. E tudo bem, ceder a essas delícias uma vez ou outra está liberado.
O problema é quando o conforto para as tristezas é buscado na mesa, muitas vezes por uma relação já estabelecida na infância.
“As pessoas descontam suas frustrações na comida pois desde muito cedo se estabeleceu uma ligação de segurança com a alimentação”, explica a profissional.
Comer mesmo sem estar com fome ou sentir o cheiro das comidas preferidas em filmes e livros é um dos sintomas do transtorno. O acompanhamento clínico é imprescindível, ainda mais porque a compulsão leva a quadros de diabetes e obesidade.
Sua parte é:
fazer exercícios regularmente. Não importa a intensidade, além de perder peso, movimentar-se é capaz de proporcionar o mesmo sentimento de satisfação encontrado nos alimentos.

Perigo Na Vitrine – Embora alguns homens também não se controlem, o vício por compras atinge muito mais as mulheres.
Assim como a compulsão alimentar, é comum bater uma vontade de gastar depois de um episódio de decepção. E esse é o grande erro: depois das compras, há a compensação, mas dificilmente a raiz do problema será solucionada.
“Saber distinguir o supérfluo do que é realmente necessário pode ser o primeiro passo para dominar a doença”, orienta. Sentir-se culpada depois de comprar e esconder a mercadoria quando chega em casa são sinais de que algo está errado.
Sua parte é:
dar fim ao cartão de crédito e aos talões de cheque, deixando-os guardados para emergências. Se reconhece que esses artifícios contribuem para a falta de controle , é hora de frear a si. Além disso, procure outras atividades que lhe dão prazer, como dança, música ou artesanato.

Meu Nome É Trabalho – Workaholic: esse é o termo designado à pessoa que está sempre ligada e não consegue parar de trabalhar. Quem tem tendência para desenvolver essa dependência não consegue ter clareza sobre até que ponto os afazeres são um prazer ou um passo para a autodestruição.
“O trabalho pode ser muito gratificante e enriquecedor, mas não deve ser uma prioridade constante”, afirma Marcella. Isso porque a família, os amigos e até mesmo o lazer, tão importante para a saúde mental, são deixados de lado em nome da obrigação.
Trabalha mais de 12 horas ao dia e sente-se culpada quando se permite alguns momentos de diversão? Se esses episódios são frequentes talvez seja hora de desacelerar.
Sua parte é:
estipular um horário do trabalho e procurar não ultrapassá-lo. Além disso, ao chegar eme casa, desligue-se do e-mail ou de qualquer outro vínculo com o emprego. A parte ais importante é reservar tempo para se divertir junto às pessoas queridas: não deixe esse vício atrapalhar suas relações em família.

Enviado e adaptado por: Laura Beatriz Back
Fonte: Malu/Nov./2012

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