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Dinossauros – Tiranossauro Rex

Dinossauros incríveis andaram pela Terra durante 165 milhões de anos. Eles eram répteis, e como os répteis de hoje em dia, os dinossauros nasciam de ovos. Conheça O Tiranossauro Rex:

O Tiranossauro Rex é do Final do Período Cretáceo, tinha 15,2 metros de comprimento e 7 metros de altura.

O incrível Tiranossauro Rex é um dos dinossauros mais famosos do mundo. Com poderosos mandíbulas cheias de dentes pontudos e trituradores de ossos, o Tiranossauro Rex era um carnívoro aterrorizador, sempre pronto para caçar.

O Tiranossauro Rex tinha patas dianteiras muito curtas, que não eram capazes de alcançar a boca!

O nome Tiranossauro Rex significa “rei dos lagartos tiranos”.

O Tiranossauro Rex tinha uma cabeça grande com mandíbulas enormes que se alongavam por 0,5 metro de comprimento – o suficiente para engolir um ser humano inteiro! Essas mandíbulas eram tão fortes que podiam ser usadas para agarrar um dinossauro pequeno e cortá-lo em dois ou sacudi-lo até a morte.

Os dinossauros podem ser divididos em dois grupos, de acordo com o formato dos quadris. A maioria dos dinossauros carnívoros, como o Tiranossauro Rex, tinha os quadris parecidos com os dos lagartos, enquanto que os dinossauros com quadris de aves eram herbívoros.

Enviado e adaptado por: Lucas Santos.
Fonte: Livro Toda A Verdade Sobre Os Dinossauros.

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A História dos Transplantes: Mitos, Lendas

Mitos e Lendas.
Embora a história moderna dos transplantes seja relativamente curta, o conceito tem sido enriquecido pela visão da adição ou substituição de partes do corpo entre humanos ou entre humanos e outras espécies, desde o início dos tempos.

Os antigos egípcios e fenícios adoravam deuses que possuíam cabeças de animais. Na mitologia do Egito Antigo, Hórus era o deus do céu e representado com o corpo de um homem e cabeça de falcão, animal sagrado entre os egípcios. Hórus era filho de Isis (deusa do amor) e Osíris (deus da vegetação e da vida no além), considerado como a manifestação do poder do Sol e reconhecido como “deus dos Céus” ou dos espaços aéreos.

Uma das mais conhecidas e veneradas divindades hindu, é Ganesha que possui corpo humano e cabeça de elefante. Ele é filho de Shiva e Parvati e é considerado o mestre do intelecto e da sabedoria.

Mitologia Grega.
A mitologia grega está povoada de estranhas criaturas com atributos de homem e de animal.

De acordo com a mitologia grega, o primeiro transplante bem sucedido foi realizado por Dédalo, o construtor do labirinto, no qual o rei Minos aprisionava o Minotauro, um ser com corpo de homem e cabeça de touro. Segundo a lenda, Dédalo ensinou Teseu, que seria devorado pelo monstro, juntamente com outros jovens, como sair do labirinto, sugerindo que ele utilizasse um novelo que deveria ser desenrolado à medida em que fosse penetrando no labirinto. Dessa forma, após ter matado o monstro, ele conseguiu fugir do labirinto. O rei Minos ficou furioso e prendeu Dédalo e o seu filho Ícaro no labirinto. Como o rei tinha deixado guardas vigiando as saídas, Dédalo construiu asas com penas de pássaros, colando-as com cera. Antes de levantar voo, o pai recomendou a Ícaro que, quando ambos estivessem voando, não deveriam voar nem muito alto (perto do sol, cujo calor derreteria a cera) e nem muito baixo (perto do mar, pois a umidade tornaria as asas pesadas). Entretanto, Ícaro esqueceu a recomendação e elevou-se tanto nos ares que a cera derreteu, tendo com isso, perdido as asas e caído no mar. O transplante de asas de Ícaro não teve muito sucesso.

Lendas Chinesas.
Na China, no século IV antes de Cristo, o cirurgião Tsin Yue-jen ( 407 – 310 A.C.) confrontado com dois soldados, um com o espírito forte mas a vontade fraca e o outro o inverso, anestesiou ambos com vinho, realizou toracotomias e trocou seus corações para curar o desiquilíbrio das energias. Segundo a lenda, ambos pacientes sobreviveram.

Nos séculos II e III antes de Cristo, os cirurgiões chineses Hua T’o e Pien Ch’isso teriam transplantado uma variedade de tecidos e órgãos. Hua T’o utilizava analgesia obtida com mistura de ervas, no transplante de órgãos sadios para substituir órgãos doentes.

Enviado e adaptado por: Paula Rosa.
Fonte: Jornal Mente e Corpo/Novembro/2013.

Jordânia, fevereiro de 2008

Amã, A Cidade Branca

Todas as casas e prédios de Amã, porta de entrada do país, são pintados de bege ou foram construídos com pedra caliza. E por isso a capital recebeu o título de “Cidade Branca”. Amã tem personalidade e beleza. Fica linda em dias de sol, quando o azul do céu contrasta com os tons neutros. O povo é hospitaleiro, simpático e alegre. É uma cidade segura, você pode caminhar pelas ruas tarde da noite sem se preocupar.

Um lugar típico e muito frequentado pelos jordanianos é a rua Ali Nasuh Al Taher, que merece no mínimo uma manhã de sua viagem. Tome café da manhã na padaria Sufara, experimentando os diferentes tipos de pães assados, um melhor que o outro! Os salgados e doces típicos são igualmente deliciosos. Atravesse a rua e visite a loja Izhimans Coffee, com seu coloridos e aromáticos temperos em pó e grãos embalados a vácuo, que podem ser transportados na mala. Ao lado, está a Basman, tradicional loja de chocolates, doces e balas.

A próxima parada é a King Street, onde você se depara com uma Amã “caótica” e estimulante. É um verdadeiro mergulho na cultura do país. O comércio é fortíssimo, há de tudo à venda: lenços coloridos, roupas de dança do ventre, vestidos e batas bordadas, luminárias, lâmpadas, narguilês, cerâmicas, temperos e todo o tipo de quinquilharia que se pode imaginar.

Da mesquita de Al Hussein, onde apenas é permitida a entrada de homens, se escutam as orações a Alá, difundidas em alto-falantes. A mesquita foi construída em 1924 pelo rei Abdullah I no mesmo lugar em que o profeta Omar levantou a primeira edificação, em 640.

A Rainbow Street já foi decadente, mas hoje passa por total revitalização e apresenta boas opções gastronômicas e de compras. Lá está o restaurante Sufra, que serve um delicioso Mazat: principal refeição típica árabe, composta de tabule, hummos, babaganuche, falafel, coalhada e pão spirio.

Em qualquer lugar a que você vá, do mais simples ao mais requintado, será servida essa sequência de pratos, com algumas variações de apresentação. E sempre tudo muito gostoso.

No sítio arqueológico da Cidadela estão as ruínas do Templo de Hércules, que fica dentro de Amã. Já Jerash, uma réplica de Roma fora da Itália, está a 50 Km. Ambos rendem uma bela viagem ao passado. Jerash está em um impressionante estado de conservação e caminhar pelas praças e anfiteatros é imperdível para quem aprecia História.

O Povo é Hospitaleiro e Alegre.

Enviado e adaptado por: Lenita Nunes.
Fonte: Revista Estilo Záffari/Ano 11/Nº 63.

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A Moeda e sua Evolução

No inicio não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.

Dois grandes exemplos disso foram o gado e o sal. O gado porque além de servir de alimento (carne e leite) apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços e o sal porque era de difícil obtenção e era muito utilizado na conservação de alimentos. Estas duas mercadorias deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado).

A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, para o pagamento de serviços prestados.

Somente no século VII a.C., surgiram as primeiras moedas com características das atuais: pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a marca de quem as emitiu.

Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.

Acredita-se que datem de 1762 os primeiros cheques impressos por Lawrence Childs na Inglaterra. Ele foi o primeiro banqueiro no sentido moderno.

O cartão de crédito surgiu nos Estados Unidos na década de 20. Postos de gasolina, hotéis e firmas começaram a oferecê-los para seus clientes mais fiéis. Eles podiam abastecer o carro ou hospedarem-se num hotel sem usar dinheiro ou cheque.

Em 1950, o Diners Club criou o primeiro cartão de crédito moderno. Era aceito inicialmente em 27 bons restaurantes daquele país e usado por importantes homens de negócios, como uma maneira prática de pagar suas despesas de viagens a trabalho e de lazer.

Confeccionado em papel cartão, trazia o nome do associado de um lado e dos estabelecimentos filiados em outro. Somente em 1955 o Diners passou a usar o plástico em sua fabricação.

Enviado por: Mariana Kunzle.
Fonte: SOS Dona De Casa/Julho/2013.

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A Origem do Jeans

Por volta do ano de 1850, auge da corrida do ouro e conquista do oeste americano, vários mercadores aproveitavam o trabalho na minas de exploração.

Entretanto, o mercado para este tipo de produto estava extremamente saturado, pela oferta de lonas por praticamente todos os mercadores. Com um grande estoque de lonas e sem conseguir mercado para as mesmas, Strauss passou a procurar outra aplicação para o produto.

Ele observou que devido a grande exigência física no trabalho das minas, os mineradores tinham que substituir frequentemente as roupas utilizadas, o que levava-os a um grande gasto.

A fim de realizar uma experiência, Levi Strauss confeccionou duas ou três peças reforçadas com a lona que possuía, disponibilizou-as aos mineradores e o sucesso foi imediato. Devido a alta resistência das peças, as mesmas não se estragavam com facilidade e proporcionavam uma durabilidade muito maior.

Estava criado o JeansWear, o estilo reforçado de confecção, o qual foi originalmente destinado a roupas de trabalho.

De lá para cá muita coisa mudou, mas o jeans continua como símbolo de conforto e durabilidade.

Enviado por: Carla Rodrigues.
Fonte: SOS Dona De Casa/ Julho/2013.

Calendário Maia 300 x 300

Tesouros Indígenas – Calendário Maia e a Pedra do Sol

A partir de 3.000 a.C., aproximadamente, floresceram as grandes civilizações americanas. Tratava-se de grupos que expressaram suas crenças e conhecimentos por meio de majestosas obras de arte. Conhecer os magníficos tesouros dos indígenas da América pré-hispânica é uma maneira de entrar em contato com os mistérios dessas civilizações e entender melhor a origem de nossa sociedade.

O Calendário Maia.
Os maias viveram no sudeste do México, aproximadamente a partir de 3.000 a.C. Eram conhecidos como “Senhores do Tempo”, pois seguiam o transcorrer do tempo com muita precisão.
A civilização maia deixou conhecimentos imensuráveis nas áreas de astronomia, matemática e outras ciências. Entre eles, destacam-se os múltiplos sistemas de calendários. Para os maias, existem ciclos de 5.125 anos que definiriam “um novo tempo para a humanidade”. De acordo com diversos estudos de seus calendários, esse início teria acontecido em 3113 a.C. Se isso for verdade, esse prazo se cumpriu em 2012, que marcaria o início de um novo ciclo. Daí toda a mística em torno de uma “profecia” maia sobre 2012.

A Pedra do Sol.
Os astecas fundaram a sua capital, Tenochtitlán, em cerca de 1345, onde hoje está a moderna Cidade do México. Um dos elementos mais marcantes da civilização asteca é a “Pedra do Sol”, também chamada de “Pedra do Calendário”. Trata-se de um enorme bloco de basalto esculpido, encontrado na Cidade do México em 1790, com peso estimado de 24 toneladas. Como sua religião era baseada no culto ao sol, os astecas acreditavam que havia existido quatro sóis sucessivos, cada um correspondente a uma raça humana que havia desaparecido. Por isso, no centro do disco da “Pedra do Sol” se observa a representação do quinto sol, que corresponderia à era atual. Ao redor, estão outros símbolos que representam os quatro sóis anteriores, os pontos cardeais, dias , meses e diversas divindades.

Enviado por: Rosangela Mello.
Fonte: Folder da Exposição Tesouros, Mitos e Mistérios Das Américas. Barra Shopping Sul.

Machu-Picchu 300 x 300

Machu Picchu

Machu Picchu é simplesmente a atração número 1 do Peru e talvez da própria América Andina.

Machu Picchu (em quichua machu Pikchu, “velha montanha”), também chamada “cidade perdida dos Incas”, é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911.

A região consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.

A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a história inca, tudo planejado para a passagem do Deus Sol.

O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio Mundial da Unesco, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.

Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.

Enviado por: Luzia Maria Marques.
Fonte: SOS Dona de Casa/Junho/2013.

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Lago e Lagoa São a Mesma Coisa?

Lago e Lagoa são a mesma coisa?
Não! Para começar, os lagos são maiores (embora não exista uma dimensão mínima para defini-los). Lagos também são resultados de uma transformação do solo terrestre.

Grande parte dos lagos atuais nasceu a partir do deslocamento das geleiras do período Pleistoceno (entre 1,6 milhão e 10 mil anos atrás). Mesmo assim, o termo gera confusão e, no final das contas, tem lagoa sendo chamada de lago e vice-versa. 

Enviado por: Pedro Ramos
Fonte: Revista Recreio/ Set./2012.

Curiosidades Sobre o Selo

Olho de Boi Não manchava A Imagem Do Imperador.

Depois apenas da Inglaterra, o Brasil foi a segunda nação a emitir selos com validade para todo o território. A ordem de Dom Pedro 2º determinando a impressão de selos em ¨folhas de papel fino branco, não muito ordinário¨, acabou por criar uma preciosidade buscada até hoje pelos fãs da filatelia mundial Casa da Moeda em 1º de agosto de 1843, hoje Dia Nacional do Selo, nossas primeiras emissões postais eram objetos bem simples: redondos, apenas com a inscrição do valor em réis ao centro e arabescos no entorno. Pela aparência, ficaram conhecidos como olho de boi.

Enquanto a Inglaterra imprimia o rosto da rainha nas emissões postais, por aqui a ideia de estampar em selos a efígie do Imperador encontrou resistência.

Ninguém queria que a face de Pedro 2º pudesse ser manchada com um reles carimbo postal.

Enviado por: Dulce Maria Junqueira.
Fonte: Almanaque de Cultura Popular/Agosto 2012.

Curiosidades da Arte

Conheça algumas particularidades da vida de dois grandes pintores.:

Vincent Van Ghog (1853-1890), teve seu trabalho reconhecido somente após sua morte. Viveu em completa miséria e vendeu, acredite, apenas uma pintura, “ O Vinhedo Vermelho”.

Atualmente suas obras são avaliadas em média de US$ 80 milhões.

No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante.

Muitos o conhecem como grande pintor, mas Leonardo Da Vinci (1452-1519), não tinha apenas este talento. Na pintura sua obra mais famosa foi “Mona Lisa”, que levou consigo a vida inteira.

Trabalhos de invenções: máquina voadora, máquina escavadora, isqueiro, paraquedas, besta gigante sobre rodas, máquina a vapor, submarino.

Trabalhos científicos: Homem Vitruviano, anatomia do tronco, estudo de pé e perna, anatomia do olho, estudo da gravidez, estudos e embriões.

Projetos de Arquitetura: Projeto Arquitetônico de uma cidade, projeto de um porto, templo centralizado.

Enviado por: Laura Mesquita
Fonte: SOS Dona De Casa/Out./2012

Brigadeiro Não é Qualquer Docinho

Brigadeiro só existe no Brasil. É patrimônio nacional. Faz parte integrante da nossa cultura, como a caipirinha, o futebol e o carnaval.

Conta a história que ele ficou conhecido em 1945, durante a campanha do brigadeiro Eduardo Gomes pelas eleições presidenciais. Era preparado pelas eleitoras do político e servido nas festas de campanha como sendo “o preferido do brigadeiro” – daí seu nome.

Segundo O Livro Do Brigadeiro, antes de se chamar brigadeiro, o doce era denominado negrinho e teria sido inventado no Rio Grande Do Sul. Os gaúchos são os únicos a chamar o doce assim.

Conheça algumas dicas para fazer um bom Brigadeiro ou Negrinho.
Brigadeiro tem que ter chocolate de verdade e uma boa porcentagem de cacau: 32% pelo menos. A conta é a seguinte: se tem 32% de cacau significa que os 68% restantes são de açúcar.

Quanto mais cacau melhor.
Tudo depende da duração da festa. Se for casamento, calcule pelo menos 10 brigadeiros por pessoa, contando que haverá docinhos. Já em um jantar com sobremesa, cinco são suficientes. Um de cada sabor.

Margarina não é manteiga, e um brigadeiro feito com manteiga tem textura mais aveludada. Ao comprar manteiga, prefira as que tem a palavra “extra” no rótulo, pois são feitas com ingredientes de qualidade superior.

Sobrou brigadeiro da festa? Congele. Ele dura até dois meses sob refrigeração. Acomode os docinhos em uma vasilha e tampe. Quando for consumir, é só retirar do freezer com pelo menos uma hora de antecedência.

Receita Tradicional.

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó (ou 8 colheres de raspas do seu chocolate favorito)
  • 1 colher (sopa) de manteiga extra sem sal
  • Raspas de chocolate para confeitar

Modo de Fazer:
Abra a lata de leite condensado e despeje na panela. Acrescente o chocolate em pó (ou as raspas de chocolate), misture bem, junte a manteiga e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até que a massa desgrude do fundo da panela. Quando estiver no ponto (a massa começa a desgrudar do fundo), retire da panela e transfira para um recipiente de louça untado com manteiga. Deixe esfriar, molde as bolinhas, passe-as em raspas de chocolate ao leite ou meio-amargo e acomode-as nas clássicas forminhas de papel plissado.

Enviado e adaptado por: Cristina R.
Fonte: Revista Donna/Zero Hora/Julho/2012

Utilidade dos Fungos

Os fungos são muito numerosos e estão e estão presentes em toda parte nos alimentos, nos tecidos, na madeira de construções antigas, nos animais e nas plantas, dos quais retiram seu alimento. Alguns deles são comestíveis e outros são úteis na fabricação do pão, do queijo, do vinho, da cerveja e até na produção de medicamentos, como a penicilina. Eles ainda desempenham um importante papel na natureza ao reciclar a matéria, agindo como decompositores. E tem também aqueles que provocam danos à saúde.

Penicilina
O fungo Penicillium Notatum
é muito útil ao homem. Ele produz a penicilina, um antibiótico usado para combater infecções causadas por bactérias. O primeiro médico a descobrir o uso da penicilina foi o inglês Alexander Fleming em 1928, fato que revolucionou a medicina da época.

Interessante foi como se deu essa descoberta: Fleming estava pesquisando micro-organismos e deixou uma cultura de bactérias numa placa de vidro para observar o seu desenvolvimento.

Chegou a sair de férias por alguns dias e, quando voltou, percebeu que as bactérias não tinham se desenvolvido como esperava. Notou que um tipo de fungo havia aparecido e estava se alimentando dessas bactérias. Era o primeiro passo para a produção de antibióticos. Graças a seus estudos com fungos, Fleming ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 1945.

Enviado por: Jacira Hilda Zerling

História dos Óculos De Sol

A primeira lente escura de que se tem notícia foi uma lâmina verde usada pelo imperador Nero, no século I. Especula-se que ele era muito loiro (há quem diga que era albino) e gostava de assistir as brigas de gladiadores, mas por causa dos olhos claros, não via bem as apresentações nas arenas. Segundo Miguel Giannini, do Museu dos Óculos Gioconda Giannini, a lente de Nero era provavelmente de vidro.

O primeiro par de óculos com lentes escuras e e armação, surgiu na Alemanha, no século XVII, até o século XX era feito sempre com lentes verdes. Na década de 60, esse cristal, pesado, foi substituído pelo acrílico e pelo policarbonato. As lentes coloridas tornaram-se moda na década de 70. Hoje, as mais usadas são verdes, marrons, cinzas e pretas, que absorvem mais de 80% da luz solar.

Benefícios para a saúde: Um óculos de sol de boa qualidade deve bloquear os raios UVA, UVB e UVC, que podem atingir os olhos, favorecendo o surgimento de lesões ou doenças oculares, como a catarata e o envelhecimento prematuro. Um óculos de sol de má qualidade pode causar o efeito inverso, não protegendo contra os raios ultra violeta e ainda dilatando as pupilas, fazendo com que a exposição aos raios solares seja ainda maior.

Enviado por: Giovani M.

Champagne! O Prazer Borbulhante

As vinhas de Champagne são cultivadas em Verzenay, sub-região de Montagne de Remis. A região produtora do champanhe foi delimitada em 1927 e ocupa uma área de 32 mil hectares ( a região mais antiga e maior foi criada em 1756 e ocupa 250 mil hectares).

O nome Champagne é uma marca registrada e não pode ser empregado para designar outro tipo de vinho. A palavra Champagne é protegida com grande vigilância, e apenas pode ser utilizada nos vinhos originais da região de Reims. Qualquer vinho semelhante a estes mesmo produzido pelo método champanhês, em outros locais ou outros países, só pode ser designado de espumante, jamais de champagne. No Brasil, alguns produtores gaúchos de vinhos espumantes conseguiram nos anos 1970, autorização do Supremo Tribunal Federal, a corte máxima brasileira, para manter a denominação “champanhe” em seu rótulos, sob a alegação de que produziam o vinho antes da regulamentação de 1927. Dentre esses produtores que conseguiram a autorização, está a empresa Peterlongo.

Nos Moldes De Madame Pompadour

Até 1846, o Champagne era uma bebida de paladar doce, não existindo o seco (brut) ou o meio seco (demi-sec). Uma firma inglesa então encomendou um vinho espumante sem açúcar, durante certo tempo somente consumido na Inglaterra. Hoje todo o mundo, incluindo os franceses, aprecia e consome o Champagne seco, mais vendido que o doce.

Mesmo sendo criado no final do século XVII, só no reinado de Luís XV (1710-1774), o Champagne tornou-se uma bebida famosa. Sua amante, Madame Pompadour, que ficou conhecida também pelo apoio que dava às artes, exaltava a bebida. Dizem quea origem do formato das taças usadas para se tomar o vinho foi inspirada no formato dos seus seios.

Durante a Revolução Francesa, o Champagne tornou-se uma bebida maldita por sua associação com a nobreza e o luxo da corte francesa. No Império de Napoleão então a bebida foi reconduzida ao seu lugar de destaque. A primeira marca de luxo do Champagne (Cuvée de Prestige) foi feita por ordem do Czar Alexandre II, quando da ocupação da França pelas tropas russas. As primeiras embalagens foram feitas em garrafas de cristal puro. Surgindo então a marca Cristal.

O sucesso do Champagne atingiu o apogeu na Belle Époque e a partir daí acabou conquistando todo o mundo.

Enviado e adaptado por: Gisele T.
Fonte: Lupo magazine/Verão/2011/2012

Teste do Triplo Filtro – Sócrates

Fofoca

“Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito estimado pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do grande filósofo aproximou-se dele e disse:

– Sócrates, sabe o que eu acabei de ouvir acerca daquele teu amigo?

– Espera um minuto – respondeu Sócrates – Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o “Teste do Filtro Triplo”.

– Filtro Triplo?

– Sim – continuou Sócrates – Antes que me fales do meu amigo talvez fosse uma boa idéia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo.

E continuou:

– O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?

– Não – disse o homem – o que acontece é que eu ouvi dizer que…

– Então – diz Sócrates – não sabes se é verdade.

– Passemos ao segundo filtro, que é BONDADE… O que me vais dizer sobre o meu amigo é BOM?

– Não, muito pelo contrário…

– Então – continuou Sócrates – Queres dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro.

– O último filtro é UTILIDADE…

– O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?

– Não, acho que não…

– Bem – concluiu Sócrates – se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para que me dizer?

Usemos o Triplo Filtro na nossa vida diária, cada vez que formos falar sobre alguém.”

Enviado por: Victor G.

São Jorge – Um Grande Guerreiro e sua História

Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filho de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu salvador pessoal.

Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade – qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções.

Por essa época, o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: “O QUE É A VERDADE ?”. Jorge respondeu: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade.”

Como São Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: “Não, imperador ! Eu sou servo de um Deus vivo ! Somente a Ele eu temerei e adorarei”. E Deus, verdadeiramente, honrou a fé de seu servo Jorge, de modo que muitas pessoas passaram a crer e confiar em Jesus por intermédio da pregação daquele jovem soldado romano. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito em seu plano macabro, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus no dia 23 de abril de 303.

A devoção a São Jorge rapidamente tornou-se popular. Seu culto se espalhou pelo Oriente e, por ocasião das Cruzadas, teve grande penetração no Ocidente.

Verdadeiro guerreiro da fé, São Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas, por isso sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate.

Enviado por: Gabriela L.
Fonte: Baseado no livro de São Jorge.

O Surgimento da Sociologia e o Socialismo

Europa, final da Idade Média, crise do Modo de Produção Feudal. Classicamente, se diz que o Modo de Produção entrou em contradição com os interesses das Forças Produtivas. Naquele caso, embora a densidade demográfica crescesse assustadoramente, de nada adiantava produzir mais porque o excedente não iria para aqueles deles necessitados; iria engordar ainda mais os cofres da Nobreza…

As pessoas começam a se rebelar, fogem dos feudos (a que eram “presas” por laços de honra) e passam a roubar ou com parcos recursos comprar bens baratos a grandes distâncias vendendo-os mais caro onde eram desejados – ressaltem-se as famosas “especiarias” -, ou seja, na Europa. A prática do lucro era condenada pela Igreja Católica, a maior potência do mundo à época. Mas para os fugitivos dos feudos, fundadores de burgos, que serão mais tarde chamados de “burgueses”, não restava outra alternativa exceto a atividade comercial voltada ao lucro, tida como “desonesta” por praticamente todas as culturas e civilizações do mundo a partir de todos os pontos de vista éticos.

O capitalismo era como um pequenino câncer que surgiu no final da sociedade feudal. Foi crescendo, crescendo e hoje, a burguesia e seus interesses comerciais se sobrepõem ao ser humano numa infecção que contamina todo o planeta. Aquelas sociedades que buscam a cura para este mal são “reconvertidas” ao satanismo pagão de holocaustos ao deus-mercado através de diversas formas de pressão e, no limite, uso da força física, como ocorreu no Chile de Salvador Allende e, mais recentemente, no Afeganistão – um com proposta socialista, outro com proposta islâmica; ambos intoleráveis hereges dentro do fundamentalismo de mercado.

Era fundamental reorganizar a sociedade de maneira a que os novos donos da riqueza fossem também os donos do poder. Surge uma nova religião para reforçar uma ética mais consentânea com os tempos cambiantes: surge o protestantismo. Os padres diziam nas missas – embora sua prática fosse bem outra… – ser “mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”, reiterando serem pecaminosos aqueles que praticavam a cobrança de juros, lucros… “Usurários”, enfim, eram todos enfileirados no caminho que conduz ao fogo do inferno. Por outro lado começam a surgir ex-padres, agora pastores que passam a informar: “se a mão de Deus estiver sobre a sua cabeça, você prosperará imensamente nesta terra; nisso você verá um sinal de estar sendo por ele abençoado”… Se você tivesse enriquecido à beça na base do comércio lucrativo, ou do empréstimo a juros, preferiria o discurso do padre (vale repetir, em contradição com a sua prática) ou o do pastor? Assim cresceram as seitas protestantes pelo mundo afora.

Politicamente a burguesia endinheirada sentia-se lesada tendo de pagar tributos à antiga nobreza, agora praticamente falida. No início compravam títulos de nobres aos de antiga linhagem – que os discriminavam! – a seguir passaram a pensar em alternativas mais radicais (ser radical é ir à raiz e a burguesia foi radical no período de suas glórias revolucionárias!) como convocar os trabalhadores a uma aliança contra a nobreza e implantar um novo tipo de regime político, muito mais interessante e lucrativo para a burguesia, a “república”. Os burgueses convocaram seus empregados, desempregados e desesperados, superiores em número, para uma aliança contra a nobreza ou “antigo regime” e, após muitos percalços, saem-se vitoriosos. Agora, “duque”, “king” e “marquesa” passam a ser nomes de animais domésticos da burguesia! O passo seguinte foi agradecer e condecorar trabalhadores, desempregados e desesperados e mandá-los de volta a seus trabalhos, a seus desempregos e a seu desespero.

Estes, à medida que se conscientizavam de que foram usados para uma troca de poder que em absolutamente nada lhes beneficiou começam a organizar-se em sindicatos e outras agremiações classistas, por vezes secretas, maçônicas mesmo, por vezes aberta mas sempre e imediatamente proclamadas ilegais ou heréticas e perseguidas por todo o aparato estatal e religioso que a burguesia podia colocar em marcha!

Enviado por: Gabriel S.
Fonte:
Cultura Brasil

Geografia do Brasil

Estrutura Geológica:
O termo estrutura geológica refere-se aos diferentes tipos de rochas (magmáticas, sedimentares ou metamórficas) e de minerais encontrados em determinado terreno. Além dos cubos cristalinos, temos também as bacias sedimentares e os dobramentos modernos (grandes cadeias de montanhas formadas em períodos geológicos recentes, como Himalaia e Andes), estes últimos inexistentes no Brasil. Outra coisa são as formas de relevo (planaltos, planícies, montanhas e depressões), que são bem mais dinâmicas, como resultado da evolução e das transformações ocorridas em determinada estrutura geológica com o passar do tempo.

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A França no Século XIX

Após a queda napoleônica, a França assistiu ao retorno da dinastia dos Bourbos. De 1815 a 1824, o cenário francês esteve marcado por opositores, principalmente bonapartistas e liberais. O rei Luís XVIII empreendeu violenta repressão, desejando o retorno do absolutismo, mesmo estando consciente de que era preciso encontrar um equilíbrio entre os opositores e as forças conservadoras que o apoiam.

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Todas as Línguas do Planeta

No Brasil: tem 188 idiomas em uso, o português e 187 variedades indígenas. uma delas é o apiacá, falado por 2 brasileiros, e o ofaié, por 11 indíos do Mato Grosso do Sul. 30 das línguas estão em extinção e 47 já desapareceram.

A Mais Falada: é o mandarim, o principal dialeto chinês, falado por 870 milhões de pessoas. Em segundo aparece o hindi, a língua oficial da Índia, usado por 500 milhões. O espanhol vem em terceiro, o inglês em quarto e o português em sétimo.

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