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Saiba como Educar uma Criança de 4 Anos

Bem como todos costumam dizer, não há uma receita infalível e absoluta, mas vou enumerar alguns pontos abordados no meu livro Tapa na Bunda, da editora Matrix.

  • Hierarquia, respeito aos mais velhos. O pai que não se coloca no lugar de pai e a mãe que não se coloca no lugar de mãe perdem o poder dentro da hierarquia natural que existe dentro de casa;
  • Aos 3 anos, a criança mede forças por causa do horário de dormir; aos 5, por causa do último modelo de celular; aos 7, por causa do laptop…. o processo só tende a piorar;
  • O certo é que os pais se coloquem no degrau deles, desde sempre. Depois que os pais descem do degrau, para recuperar o respeito do filho, o trabalho é muito maior;
  • Um adulto pode ser bem firme com uma criança falando em tom sério e olhando dentro dos olhos dela, sem sorrisos e sem fazer gracinhas;
  • O filho que não respeita os pais não respeita a escola, não respeita os outros e não respeita o mundo.

O Que Fazer.

  • A vida é feita de premiações e de castigos. Até conosco, que somos adultos.

Você pode:

  • Conversar;
  • Colocar para pensar;
  • Privar o seu filho de algo que ele gosta;
  • E sim, dar um tapa na bunda, dependendo do comportamento e da gravidade do que o seu filho fez.

Não se esqueça de um ponto fundamental: a pior coisa que você pode fazer em relação ao mau comportamento do seu filho é permitir que ele agrida você tanto verbal quanto fisicamente e não fazer nada. Não tenha medo de colocar algum castigo no seu filho. No futuro, quem vai sorrir ou chorar, será você.

Denise Dias, terapeuta infantil.

Site www.terapiasludicas.com.br

Enviado e adaptado por: Simone Ferreira.
Fonte: Malu/Agosto/2012.

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5 Dicas Sobre Disfagia na Infância

  1. O cardápio do pequeno que tem dificuldades para deglutir deve ser elaborado tendo em vista as dificuldades dele. É essencial consultar um fonoaudiólogo. Oferecer qualquer alimento de consistência não recomendável pode fazer com que ele seja aspirado para o pulmão.
  2. É essencial comer devagar e mastigar os alimentos várias vezes. Quanto mais triturados eles estiverem, mais fácil fica para a criança controlá-los na boca.
  3. Não permita que seu filho coma deitado – a menos que essa medida tenha sido prescrita como estratégia de tratamento.
  4. Durante as refeições, peça que ele apoie os braços na mesa e erga a cabeça e o tronco para ingerir.
  5. Caso o pimpolho perca peso ou tenha diminuição muscular, procure uma nutricionista. Pode ser que ele precise de suplementos alimentares.

Enviado por: Sandra Aires.
Fonte: Revista Viva Saúde/Janeiro/2013.

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Seu Filho é Enjoado para Comer? Saiba como Agir

Seu filho não quer experimentar a comida? Não ceda! “ A criança sabe como manipular e fazer chantagem para que isso se mantenha”, avisa a nutricionista Roberta Neves.

  • Introduza aos poucos novos hábitos. “isso requer muita paciência, determinação, persistência e criatividade”, adianta.
  • “Prepare pratos coloridos, como se fosse um joguinho, use forminhas ou coloque carinhas no purê com vegetais picados”, ensina.
  • Dê a sobremesa como prêmio por comer direito. Prefira frutas e gelatina ou sorvete feito com suco natural.
  • Se a criança resistir a um legume, tente outro. “Negocie explicando porque é importante. A cenoura deixa os cabelos e as unhas mais bonitos!”, exemplifica.
  • Não comeu no almoço, mas uma hora depois pediu biscoito? Não dê! Se tiver fome, comerá o que é correto.
  • Comeu bem e quer mais? Ensine a “guardar espaço” para a próxima refeição. Dar alimento até seu filho não aguentar mais é ruim para ele.

Enviado e adaptado por: Betina Moreira.
Fonte: Mulher Dia a Dia Edição Especial/Nº 18/2012.

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Entenda como é Feita a Fertilização In Vitro

A técnica abaixo é usada quando o homem produz poucos espermatozoides ou quando eles não apresentam boas condições. As chances de a gravidez dar certo nesse caso são de 55%.

  1. A mulher recebe hormônios que estimulam a ovulação. Quando os óvulos ficam maduros, são aspirados pela vagina com a ajuda de uma agulha.Um aparelho de som orienta todo o procedimento médico.
  2. Um único espermatozoide é selecionado, aspirado e, com o auxílio de um micromanipulador ligado ao microscópio, introduzido no óvulo maduro escolhido pela equipe médica.
  3. Entre 48 e 72 horas depois, o médico coloca os embriões no fundo do útero da paciente, com ajuda de um cateter. O procedimento é indolor. Feita a transferência, a paciente descansa por 15 minutos para garantir que os embriões se fixem na parede uterina.

Enviado por: Alice Vechia.
Fonte: Ana Maria/14 de Março/2014.

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Quando seu Filho Está Pronto para Trocar a Fralda Pelo Troninho

Por volta dos 2 anos, a criança começa a dar sinais de que amadureceu o controle da musculatura envolvida na eliminação do xixi e do cocô. Em geral, consegue segurar durante o dia e, primeiro as fezes.

Antes de iniciar a retirada da fralda, veja se ela passou por estas três fases: avisar que fez, que está fazendo ou que quer fazer. Se ela segura e olha para os pais ou professores com cara de “e agora, o que faço?”, é hora de dar atenção ao treinamento.

Adeus a Chupeta.
Dois anos é a idade-limite para a retirada do acessório para evitar prejuízos à saúde do pequeno, de acordo com especialistas.

Enviado por: Elisa Palma.
Fonte: Revista Seu Guia/Outubro/2013.

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Cárie da Mamadeira

Cárie da mamadeira é aquela mamada para dormir, sem escovar os dentes. A cárie de mamadeira é a que mais se encontra em crianças de até 5 anos.

Logicamente que não precisa ser só de mamadeira. Pode ser uma mamada no peito ou mesmo tomar o leite no copo.

Acontece que o aconchego do colo da mamãe durante a mamadeira ou o peito faz com que a criança durma mais facilmente do que a criança que toma o leite no copo.

  • A higienização da boca deve ser realizada sempre.
  • O leite materno pode causar cárie, sim!

Muitos odontopediatras (dentista das crianças) acreditam que a bactéria que ocasiona a cárie dentária é uma doença infecciosa e transmissível. Outros já não acreditam na transmissibilidade.

Recadinho dos profissionais que acreditam que a cárie é transmissível.

Não beijar a boca dos bebês e não assoprar ou mesmo experimentar a comida na mesma colher que se oferece para a criança. São nesses momentos que as bactérias encontradas na boca da mamãe organizam “caravanas” para a boca do pequeno.

Mesmo os pequeninos que ainda não apresentam dentes devem ter a região oral higienizada. Após as mamadas, deve-se passar uma gaze umedecida em água fervida e filtrada por toda boca do bebê: língua, gengiva e bochechas.

Enviado por: Luiza Zimermann
Fonte: SOS Dona De Casa/Verão 2014.

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Música e Psique

O som faz parte da criação, estamos imersos nos sons da natureza: vento, rumor do mar, trovões, ruídos da chuva. As diversas formas de vida emitem seus sons, enriquecendo a sinfonia da natureza.

O canto dos pássaros, por exemplo, tem servido de inspiração para músicos e poetas através dos tempos.

No ambiente uterino o feto já é capaz de escutar sons a partir da 10ª semana de gestação. Os primeiros sons que ouvimos é o batimento cardíaco de nossa mãe, som ritmado que já nos faz ter a noção de ritmo.

Não é por acaso que os primeiros instrumentos musicais inventados pela humanidade tenham sido os de percussão, e que até hoje esses instrumentos são utilizados para nos levar a um estado de transe regressivo, ou seja, uma regressão ao útero materno, aos primórdios da existência. As primeiras verbalizações da criança, os “gu-gu-ga-gá”, cheias de ritmo, tempo, dinâmicas e interações em forma de brincadeiras, como bater palmas, são a base para o desenvolvimento da criança como ser social.

Enviado e adaptado por: Tereza Silva.
Fonte: Tudo Perto/Janeiro/2014.

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Educar Não é Apenas Tarefa das Mães! Cadê o Pai?

A paternidade ajuda a criar filhos mais felizes.

Não é raro a responsabilidade maior da criação dos filhos cair sobre a mãe. No livro Cadê o Pai Dessa Criança?, da Summus Editorial, a psicóloga Elizabeth Monteiro ajuda os homens a exercerem ativamente a paternidade, principalmente aqueles que andam meio ausentes ou não sabem o que fazer.

Um Bom Pai.
A presença da figura paterna é imprescindível para o equilíbrio psíquico e emocional dos pequenos. No entanto, na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. “Ele se transforma em pai, o que difere da mulher, que biologicamente já vem com o preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras de boneca”, afirma.

Primeiro de tudo, é preciso participar da vida do filho. Não somente trabalhando para dar-lhe o que comer e vestir, mas cuidando dele. Isso significa brincar, acompanhar seu desempenho na escola, colocar para dormir e, por que não, trocar fralda e dar banho.

Um bom pai ouve o filho e está sempre disposto a conhecê-lo mais.

Não é aquele que dá tudo o que a criança quer, mas sim que sabe impor limites e educar. É, acima de tudo, um modelo a ser seguido que aprecia os momentos compartilhados em família. “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”, avalia.

Tipos de Pai:

  • De Fachada.
    Cumpre seu papel paterno por obrigação, mas não apresenta vínculo afetivo com o filho.
  • Tiranossauro.
    Ele se impõe por meio do medo, autoridade e regras rígidas. Traz tensão para o ambiente familiar.
  • Folgado.
    Acostumado a ter tudo na mão, recorre à mulher para resolver todos os problemas.
  • Alienador.
    Na separação, tenta destruir a imagem da mãe e faz pressão para o filho escolher um dos lados.
  • Garanhão.
    É um verdadeiro reprodutor. A mulher é vista como um objeto com quem ele pode curtir um sexo incrível.
  • Ogro.
    Filhos? Que venham… Isso não é problema dele. Ele é inadequado, precisa se afirmar e assim não enxerga os filhos. Adora competir e medir forças com o outro, nem que seja uma criança.

Enviado por: Samara Jonas.
Fonte: Malu/Novembro/2013.

Young Boy Being Tutored by His Teacher

Seu Filho Está com as Notas Baixas? Saiba Como Ajudar

  • Seja parceira se a nota vier baixa.
  • Não passe a mão na cabeça nem brigue.
  • Incentive-o a se esforçar para mudar esse quadro.
  • Reflita se as dificuldades podem ser solucionadas com mudanças na rotina diária.
  • Avalie se problemas familiares ou com amigos estão influenciando no resultado.
  • Reorganize o plano de estudo para que a criança dedique mais tempo às matérias em que tem maior dificuldade.
  • Intercale as matérias preferidas da criança com as que ela gosta menos.
  • Estipule o ideal: estudar duas horas por dia e, a cada meia hora, trocar a matéria.
  • Deixe sempre claro à criança que, se ela se sai bem em uma disciplina, pode fazer o mesmo nas outras!
  • Se a nota baixa se deve à falta de esforço, tire privilégios, como o videogame.
  • Não exagere na punição. Foque no estudo.
  • Nunca assuma a responsabilidade pelo baixo desempenho de seu filho.
  • Revejam a prova juntos. Faça seu filho perceber onde errou e por quê.
  • Não critique se houve alguma falta de atenção. Adote uma postura positiva.

Enviado por: Solange Leal.
Fonte: Ana Maria/Agosto/2013.

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Aula de Comportamento Infantil

Tem criança que não vê a hora de sair de casa pra começar a aprontar. Se seu filho é assim, é hora de começar a mudar o jogo.

Parto do princípio de que os combinados são nossos grandes aliados. Se a criança está acostumada a fazer escândalos em supermercados, por exemplo, diga que não vai mais levá-la caso não se comporte.

E pode esperar, pois provavelmente ela irá se comportar mal para testar se você vai cumprir a sua palavra. Então, não volte atrás na sua decisão. Assim, ela pensará duas vezes quando você disser a mesma coisa.

Outra opção é dizer que, com essa malcriação, seu filho não merece a guloseima que está querendo e não irá comprá-la . Eu sei que o escândalo piora nessa hora, mas é porque seu filho está testando você.

Se ceder, ele aprenderá que o ponto para conseguir qualquer coisa com você é, por exemplo, a malcriação em público. Portanto, seja firme.

Isso pode ser aplicado em qualquer ambiente público. Atualmente, a maioria das pizzarias e restaurantes oferecem um espaço voltado ao lazer das crianças, o que é uma excelente ideia.

Primeiro porque, para a criança, é muito chato sim ficar sentada em uma mesa ouvindo conversa de adulto sem ter o que fazer. E segundo, ninguém merece sair para jantar e ter que aguentar o filho de outra pessoa correndo em volta da sua mesa e esbarrando no seu braço o tempo todo.

Para evitar confusão, procure sair para comer em locais que oferecem algum atrativo para seu filho ou então esteja munida de alguns objetos úteis, como videogames portáteis, gibis, revistas de colorir, etc..

Enviado por: Suzana Ambrósio.
Fonte: Malu.

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A Psicologia da Criança

Como estamos no mês das crianças, mais uma vez, proponho aos leitores uma reflexão acerca dos pequenos, pois, percebo muitas inquietações dos pais que buscam tratamento psicológico para seus filhos. Sobretudo, relacionadas às mudanças de comportamento ou aos transtornos da idade (sono, linguagem, alimentar e controle do xixi e cocô).

Primeiramente, é importante observar com que intensidade e com que frequência a criança apresenta determinados comportamentos ou alterações. No entanto, isso é apenas uma dica, porque crianças tem uma grande capacidade de esconder sintomas, como forma de proteger o funcionamento de sua família e defendê-la de uma possível desestruturação.

No que tange aos problemas comportamentais, podemos presumir que um fator emocional possa atrapalhar a criança em seus atos, ou seja, em seus comportamentos. E isso é bastante comum. Visto que, nós adultos, muitas vezes não sabemos lidar com nossos sentimentos, imaginem os pequenos! Bom, com as crianças não é diferente. Nesse caso, quanto mais cedo a criança for encaminhada a uma psicoterapia, mais rápido e duradouro será o resultado, abrindo a possibilidade, primordial, de dar nome ao que lhe incomoda. Já os transtornos supramencionados, podem, também, ter relação com o afeto.

Devido à dificuldade da criança em verbalizar seus problemas, o corpo acaba “falando” por ela, quer dizer, ela acaba apresentando sintomas físicos, como diarreia ou falta de apetite, por exemplo, mesmo não havendo uma doença que dê origem a esses sintomas. Ao detectá-los, não se pode deixar de tratar o físico, mas há a necessidade de um acompanhamento psicológico em concomitância, já que sua origem pode ser emocional.

Enviado por: Flávia Santos.
Fonte: Tudo Perto/Outubro/2013.

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Como Ensinar com Inteligência

Sim é possível fazer seu filho obedecer a você sem palmada ou castigo.
Muitas crianças são rebeldes porque querem chamar a atenção. Outras, simplesmente têm personalidade forte. Em qualquer caso, é preciso paciência. “É importante construir uma relação de confiança, porque isso facilita o diálogo. Quando as recusas ocorrem, faça um trato com a criança em vez de castigá-la”, diz Nívea Fabrício, psicóloga e psicopedagoga. Esse trato é um acordo em que o adulto explica seus motivos e deixa claro que a desobediência terá um preço. “Não ameace seu filho. Isso é uma forma pesada de imposição de regras”, orienta a especialista.

O Que é Correto.

  • Ser um bom modelo para seu filho.
  • Ensinar que para tudo na vida existem limites e, quando você desrespeita isso, há consequências.
  • Dizer “por favor” e “obrigada”. Elogiar sempre que acriança fizer algo certo.
  • Agir sem crueldade na hora de determinar algum tipo de punição.
  • Um ótimo recurso é pedir ao seu filho que fique por um tempo no quarto, pensando no que fez. Isso é diferente do castigo, em que não há uma proposta construtiva.
  • Em vez de gritar ou bater, privar a criança de algo que ela gosta por um tempo determinado, como não jogar videogame no fim de semana.

O Que é Errado.

  • Ceder toda vez que seu filho fizer birra para conseguir o que quer (ou seja, é preciso saber dizer “não”).
  • Chamar a criança de “peste” ou de qualquer outro tratamento ofensivo. Respeite para ser respeitada.
  • Afirmar que irá tomar certa atitude caso seu filho insista em desobedecer e, depois, não cumprir o prometido.
  • Antes de determinar qual será a punição, pense se terá coragem de ir até o fim. Caso contrário, você ficará desacreditada com essas ameaças.
  • Dizer “não” o tempo todo. Pais que negam tudo perdem força. Analise a situação antes de decidir se deve ou não permitir que seu filho faça algo.

Enviado por: Alexandra Dimas.
Fonte: Ana Maria/Julho/2013.

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Chupeta Pode Causar “Mordida Aberta”

Junto com a paixão pelo filho, a mãe desenvolve a paixão pela chupeta. Como em um passe de mágica, aquele pequeno objeto faz a criança parar de chorar e, muitas vezes, dormir horas seguidas.

A Academia Norte-Americana de Pediatria aprova o uso da chupeta na hora de dormir. A explicação seria que ela ajuda a diminuir o risco da morte súbita. No entanto, só deve ser oferecida a partir do momento em que a amamentação já esteja estabelecida.

Os hábitos de sucção da chupeta promovem o fortalecimento dos músculos da bochecha e diminuem a atuação da língua dentro da boca, predispondo a um estreitamento da arcada dentária, a falta de espaço para o nascimento dos dentes e apinhamento, popularmente conhecido como “dente torto”. A interposição de algo entre os dentes superiores e inferiores pode interferir no crescimento da região impedindo que os dentes se toquem, a este distúrbio damos o nome de mordida aberta. Frequentemente, estas alterações bucais estão associadas a quadros de amigdalites, adenoides, otites e outros distúrbios de ordem respiratória.

Caso os pais optem pelo uso da chupeta, é importante removê-la no momento necessário. O ideal seria a remoção até dois anos de idade para facilitar que os dentes voltem para o lugar e a mordida não seja prejudicada.

Enviado por: Rafaela Fontana.
Fonte: SOS Dona De Casa Zona Norte/Outubro/2013.

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Terapia da Criança X Terapia dos Pais

Todos sabem que o atendimento psicológico infantil exige um grande envolvimento dos pais ou responsáveis pela criança, não somente financeiro, mas também emocional, uma vez que esses são solicitados, com frequência, a comparecer no consultório para uma conversa com o psicólogo (a), ao longo do tratamento.

Percebemos, também que uma vez iniciada a terapia infantil, essa pode gerar mudanças de comportamento da própria família, pois, assim que é aberta a possibilidade de mudança na criança e, respectivamente, das suas relações interpessoais, inequivocamente as pessoas que a cercam mudarão. Assim, como a terapia infantil pode provocar mudanças no âmbito familiar, a recíproca é verdadeira. Ou seja, se os pais dessa criança que apresenta problemas procurarem por terapia é bem provável que elas consigam lidar melhor com a situação.

Aquele ditado que diz: “O mundo muda, quando a gente muda”, se encaixa perfeitamente aqui. A viabilidade de se ter outro olhar sobre si mesmo, pode fazer com que você enxergue de outra maneira o mundo que o cerca – inclusive seu filho. Por isso, não se surpreenda se um terapeuta perguntar se você faz terapia, quando você está lá para seu filho ser atendido e não você.

Não se trata da obtenção de mais um paciente, e sim, de mais um auxílio no tratamento de seu filho. Não se admire, tampouco, se você acabar fazendo terapia no lugar de seu filho, já que são comuns as avaliações que recebem esse destino. O importante é ter em mente que independente de qual membro da família fará terapia, todos só tem a ganhar. E se todos fizerem? Ah! Essa sim será, certamente, uma família emocionalmente saudável!

Enviado por: Rejane Mello.
Fonte: Tudo Perto/Setembro/2013.

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Creminho de Maçã e Banana para as Crianças

Ingredientes:

  • Meia maçã pequena (cerca de 50 g)
  • Meia banana (cerca de 65 g)
  • 170 ml de leite líquido
  • 3 colheres de sopa de cereal infantil (21 g).

Modo de Preparo:
Em um liquidificador, bata a maçã, a banana e o leite líquido. Transfira para um prato, acrescente o Cereal Infantil e misture até formar uma papa homogênea. Sirva a seguir.

Rendimento: 1 porção.

Enviado por: Cristina Mendonça.

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Guia da Primeira Infância – O Início da Independência

Entre 1 e 2 anos, começa um período de intensas descobertas. “É a fase em que a criança dá mais trabalho”, diz a pediatra Maria cristina Senna Duarte, do Rio. Ela anda por todo lado e explora o ambiente sem parar. O pequeno luta pela independência, mas ainda necessita de muita supervisão porque não tem noção dos perigos. Precisa de muito amparo e referências.

Viva a Bagunça!
É verdade que a criança requer muito cuidado, mas ao mesmo tempo os pais não podem ficar podando a curiosidade e a experimentação, que é o jeito de ela conhecer o mundo. “tem que deixar mexer nas coisas, fazer bagunça. É errado passar o dia falando “não pode”. Alguma coisa ela tem que poder!, diz Maria Cristina. É aqui que a casa precisa passar por uma certa adaptação: objetos frágeis e delicados têm que ficar longe das mãozinhas ávidas por fuçar em tudo.

Quando seu Filhote está Pronto Para Trocar a Fralda Pelo Troninho.
Por volta dos 2 anos, a criança começa a dar sinais de que amadureceu o controle da musculatura envolvida na eliminação do xixi e do cocô. Em geral, consegue segurar durante o dia e, primeiro, as fezes. Antes de iniciar a retirada da fralda, veja se ela passou por estas três fases: avisar que fez, que está fazendo ou que quer fazer. Se ela segura e olha para os pais ou professores com cara de “e agora, o que faço?”, é hora de dar atenção ao treinamento.

Adeus a Chupeta.
Dois anos é a idade-limite para a retirada do acessório para evitar prejuízos à saúde do pequeno, de acordo com especialistas.

A Temida Fase da Manha.
“A birra nada mais é do que uma reação da criança a alguma frustração com algumas ferramentas de que ela dispõe”, ensinam os pediatras Moisés Chencinski e Tadeu Fernando Fernandes, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. E isso é fundamental para ela entender que não é o centro do mundo. Os pais precisam ter jogo de cintura, inteligência e tolerância para impor limites.

15 Meses.
Essa é a idade considerada normal para que a criança já esteja caminhando.

Enviado por: Rejane Soares.
Fonte: Ana Maria/Agosto/2013.

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Irmãos Fazem Bem?

Regra atual – Ter irmãos é bom, já que a criança aprende a socializar desde cedo. A amizade entre irmãos é importante para que tenham uma vida afetiva saudável.

A nova orientação – O fato de a criança ser ou não filha única não influencia sua capacidade de socialização. Mais importante do que incentivar a amizade entre irmãos é tratá-los como pessoas diferentes.

A palavra da especialista.
Muitos pais acreditam que ter um irmão é benéfico para a criança. Um menino com um irmão menor aprenderia a dividir os brinquedos – o que não aconteceria com um filho único. Segundo os autores americanos, isso é balela: a presença ou ausência de irmãos não influencia a capacidade de se relacionar com outras crianças. A especialista em psicopedagogia Maria Irene Maluf assina em baixo. “Se fossem assim, um indivíduo com irmãos teria sempre um relacionamento social melhor do que o filho único. E não é o que acontece”. Também é bobagem acreditar que a relação fraterna é sempre positiva para os pequenos. “Pelo contrário, o desgaste na relação com os irmãos pode gerar feridas emocionais e dificuldades de relacionamento social no futuro”, afirma.

Incentivar a amizade entre irmãos é uma atitude saudável, mas é preciso lembrar que eles podem não ter afinidade.

“Os pais costumam idealizar uma família perfeita, e isso não existe”, diz Maria Irene.”Os filhos são pessoas distintas, não se pode esperar que todos sejam amigos. O que gera a amizade não são os laços de sangue, e sim a admiração pela individualidade do outro”. Para ela um dos maiores erros cometidos em nome da educação é tentar dar de tudo igualmente aos filhos. “Não faz sentido dividir de forma idêntica a atenção, os recursos financeiros e o tempo entre pessoas que são diferentes. Os pais devem oferecer aos irmãos oportunidades distintas, que possam satisfazer suas necessidades. Isso vai fortalecer a união entre eles”.

Enviado e adaptado por: Simone Castilhos.
Fonte: Revista Claudia/Setembro/2013.

Colesterol em crianças 300 x 300

Colesterol Elevado em Crianças e Adolescentes

O colesterol é uma substância importante para a saúde, porque é usada na formação da membrana das células do corpo e de alguns hormônios, além de servir como uma capa protetora para os nervos e ser necessário para a produção de vitamina D e bile.

Cerca de 70% do colesterol é produzido pelo nosso organismo e os outros 30% são provenientes da nossa alimentação.

Embora necessário ao nosso organismo, o colesterol passará a ser prejudicial se os níveis no sangue estiverem acima do normal. O colesterol em excesso é depositado na parede das artérias, formando placas de gordura, que podem entupi-las e dificultar a passagem do sangue.

O colesterol alto em crianças não está necessariamente ligado a fatores como peso ou pais com histórico do problema, ou seja, nem toda criança magra e sem casos na família está livre do diagnóstico dessa doença silenciosa.

Por não apresentar sintomas é preciso fazer exames de sangue periodicamente (1 vez por ano), para a detecção precoce e tratamento adequado.

Estudos mostram que 20% das crianças e adolescentes entre os 2 e 19 anos apresentam níveis elevados de colesterol no sangue, onde 8% tem altos valores de LDL (“colesterol ruim”) e 45% apresentam baixos níveis de HDL (“colesterol bom”).

Vale lembrar que as principais causas do colesterol alterado são a má alimentação e falta de atividades físicas, mas o histórico familiar (pais, avós, tios) também pode contribuir para o desenvolvimento da doença.

Trocas Saudáveis.
Alimentos refinados por integrais. As fibras ajudam no controle do colesterol, assim como a aveia.

Refrigerantes por suco de uva integral porque tem resveratrol (não pode ser em pó ou de caixinha).

Outra troca boa tem relação com a cor dos alimentos, repolho e alface brancos podem ser substituídos pelos mesmos alimentos na cor roxa. Isso acontece porque há antocianina, um corante natural que pode ajudar a evitar o colesterol alto. Além disso, os médicos recomendam trocar também salgadinhos por castanhas, frituras por assados ou grelhados, sal por ervas e alho, molho branco por molho de tomate, chocolate ao leite por meio amargo, pipoca de micro-ondas por pipoca de panela, manteiga por margarina e também frango com pele por sem pele. Isso porque o cole aumenta com a ingestão desses alimentos, além de outros, como carnes gordas, leite e derivados (iogurte e queijos), frios embutidos, creme de leite, tortas de massa podre, folheados, biscoitos amanteigados, sorvetes de massa, banha animal, frutos do mar e miúdos, como fígado e coração de galinha.

Enviado por: Bruna Junqueira.
Fonte: SOS Dona De Casa/Agosto/2013.

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Problemas de Visão em Crianças

Falta de atenção, notas baixas e letras grandes e tortas. Os sinais, que parecem indicar desinteresse do aluno pela escola, podem na verdade estar escondendo problemas de visão. Cerca de 10% das crianças, em idade escolar apresentam deficiência visual, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Detectar o problema ainda na infância é fundamental para garantir o bom aprendizado dos pequenos e evitar lesões mais graves no futuro, alertam especialistas.

Pais e professores devem ficar atentos a atitudes como franzir a testa ao ler e dificuldade para visualizar o quadro-negro, entre outras. Elas podem ser indícios de miopia, astigmatismo ou hipermetropia – doenças visuais que afetam meninos e meninas. As crianças não sabem expressar a dificuldade de enxergar, por isso cabe aos pais e professores ficarem atentos e realizarem exames periódicos.

O uso de óculos permite o desenvolvimento saudável da vista e ajuda a criança nos estudos. Os óculos devem se ajustar às orelhas, ser apropriados para a idade e manter os olhos centralizados nas lentes. É fundamental o apoio dos pais para que a criança aceite o tratamento.

Pais e professores devem ficar atentos para a possibilidade de a criança estar com doenças de visão, já que ela não consegue verbalizar direito seu problema. Veja os sintomas mais frequentes de males como miopia, astigmatismo e hipermetropia:

  • A criança se queixa ou evidencia dificuldade para enxergar o quadro-negro; 
  • O aluno escreve com letras tortas e grandes demais para a idade; 
  • Começa a ocorrer falta de atenção nas aulas; 
  • Quando vai escrever, a criança se aproxima muito do caderno; 
  • Ao assistir à TV, a criança quer ficar muito perto do aparelho; 
  • Esfregar o olho constantemente – Franzir a testa ao ler; 
  • Dores de cabeça e olhos vermelhos; 
  • Ao observar alguns destes sintomas procure um oftalmologista. 

Enviado por: Sandra Regina Junqueira.
Fonte: SOS Dona de Casa/Verão/2013.

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Aprender Pode ser Divertido – Dicas

Proponha situações para que seu filho use o que aprendeu em situações do dia a dia. Por exemplo, leve-o ao supermercado e peça que calcule o quanto vão gastar.

Dificuldade em história? Assista a filmes de época com a criança. Depois faça perguntas que estimulem a imaginação: como era viver naquela época? O que vestiam?

Visite um museu. Essa é uma estimulante viagem no tempo. O contato com objetos antigos é uma ótima oportunidade para falar de história.

Vá ao centro histórico de sua cidade. Antes, tente pesquisar sobre o assunto com as crianças.

Cozinhem juntos. O preparo de uma receita culinária envolve aprendizado de português, matemática, ciências e até de história!

Para incentivar a escrita, peça que o pequeno elabore a lista de compras do supermercado.

Visite com ele a biblioteca pública da sua cidade. Além de livros, muitas têm acervos de DVDs, gibis e rodas de contação de histórias. Ir a livrarias também é um ótimo programa.

Ofereça o álbum de figurinhas, jogos de tabuleiro ou de cartas. Eles são boas oportunidades para brincar com números e palavras.

Incentive o gosto pela leitura. Quem lê bastante escreve bem. Seu filho não gosta de ler? Experimente comprar um gibi.

Vá ao teatro! Isso estimula a fantasia, o interesse por história e amplia os conhecimentos.

Faça com ele um passeio pelo zoológico. Esse programa é excelente para aprender sobre a fauna.

Enviado por: Laura Matias.
Fonte: Ana Maria/Agosto/2013.